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FAQ

FAQ

1. O que é o Metro?
O Sistema de Mobilidade do Mondego é um modo de transporte (tram train) totalmente eléctrico a 750v. Tem piso rebaixado, um interior espaçoso e sem obstáculos. Tem uma excelente integração urbana e é bastante eficiente do ponto de vista energético. É um modo de transporte rápido, seguro e confortável.


2. Quantas linhas vai haver?

O projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego é constituído por 2 linhas:
• Linha da Lousã (Linha Verde). De Serpins à futura Gare intermodal do Mondego, contemplando um serviço suburbano nos concelhos de Mirando do Corvo e Lousã e um serviço urbano no concelho de Coimbra;
• Linha do Hospital (Linha Amarela). Da zona da Loja do Cidadão ao novo Hospital Pediátrico.


3. Quando é que o Metro está pronto?

O projecto do Sistema de Mobilidade do Mondego vai ser efectuado por etapas.
As etapas do projecto:
1ª ETAPA
• Construção dos interfaces de Ceira, Miranda do Corvo e Lousã
• Conclusão das demolições na Baixa de Coimbra
• Aquisição do Material circulante – lançamento do Concurso em Julho de 2009
• Requalificação e Electrificação do Ramal da Lousã:

2ª ETAPA
• Concepção e construção da Linha Hospital
• Operacionalização dos novos serviços urbanos:

  • Ceira - Hospital
  • Coimbra B - Hospital
     

4. O Metro é subterrâneo ou de superfície?
O Metro é totalmente de superfície, excepto num troço em túnel, entre o Parque de Estacionamento do Jardim da Sereia e Celas (rotunda da Av. Calouste Gulbenkian).


5. Quantos veículos serão comprados?
Estima-se que serão necessários cerca de 40 veículos do tipo tram train, para o total das duas linhas.

 
6. Vai ter mais frequência do que o actual serviço na Linha da Lousã?
Sim, porque vão existir diferentes serviços a iniciar em pontos diferentes na linha. Em Serpins terão um intervalo de 20 minutos entre cada circulação, chegando a ser de 5 minutos em todo o serviço urbano a partir daQuinta da Ponte.

 


 
7. O Metro vai até onde?
O Metro vai circular na Linha da Lousã, ligando Serpins a Coimbra B e, mais tarde, da Baixa ao novo Hospital Pediátrico, através de uma nova linha pelo meio da cidade.

 
8. Por onde passa o Metro?
O Metro passa por inúmeros locais (ver mapa de rede)

 
9. Não é perigoso para as pessoas a pé? E para os automóveis?
Trata-se de um tram train, pelo que funciona com marcha à vista, ou seja, como um carro, pelo que não precisa de tempos de desaceleração e trava de imediato. O Metro tem prioridade, mas existirão semáforos para pessoas e carros.

 
10. Não vai piorar o trânsito?
O Metro é um transporte de grande capacidade. A introdução deste modo de transporte implica a diminuição de carros em determinadas artérias. A utilização do transporte público será uma exigência para preservarmos as cidades para as gerações futuras.

 
11. Justifica-se um Metro em Coimbra?
Coimbra é uma cidade com várias artérias com congestionamento de tráfego e onde as faixas BUS são escassas. Em breve será cada vez mais complicado circular de carro na cidade pois estamos nos limites da capacidade.

 
12. Porque é que o Metro é amigo do ambiente?
O metro é amigo do ambiente directamente, porque é um veículo eléctrico, não poluente e silencioso. Indirectamente, vai provocar uma redução no número de carros a circular, por isso redução da poluição e ruído.

 
13. O que é uma interface?
Uma interface é um espaço onde é possível a intermodalidade, ou seja, mudar de operador de modo de transporte num mesmo local não sendo obrigado a deslocar-me a outro ponto. Uma rede eficiente de transportes baseia-se em interfaces bem estudadas e planeadas que minimizem os incómodos para o cliente.


14. É a Metro que vai lançar todos os concursos?

Não. Os concursos estão a ser ou serão lançados por 3 entidades diferentes:
- a CP - Concurso para as Interfaces, aquisição do Material Circulante e construção do Parque de Materiais e Oficinas
- a REFER - Concurso para as obras de requalificação do Ramal
- a METRO MONDEGO - Concurso para a Concepção e Construção da Linha do Hospital


15. Quanto custa o projecto?

Aproximadamente 450 milhões de euros, para as duas linhas.

 
16. Quem vai pagar o projecto?
Através de fundos nacionais do PIDDAC, Fundos FEDER e Empréstimos Bancários

 
17. Além destas linhas vão existir outras?
Está já a ser estudada a expansão destas linhas a outras zonas, nomeadamente:
• A ligação de Celas à Solum, via Olivais;
• A ligação da Solum até ao Parque de Campismo, passando pelo Pólo II da Universidade;
• A ligação do Pediátrico à Casa do Sal;

Está também em estudo a eventualidade de outras expansões:
• A expansão para Norte até à Adémia;
• A expansão para Sul passando no planalto de Santa Clara até Coimbra i Parque.